19/08/2017

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SUPER TRIO | Os melhores carros do Brasil

Avaliando | Sandero 1.0 Expression

Avaliação | Sandero 1.0 Expression | 14.078 km

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Os piores e melhores carros do Brasil
SUPER TRIO | Carros 1.0

 

Você se lembra daquele jogo que apresentava os dados dos carros impressos em cartas e jogava-se comparando aqueles números e ganhava quem apresentava a carta com o maior número? Isso mesmo, o Super Trunfo. E baseado naquele jogo da década de 70 lançamos aqui o Super TRIO, os 3 melhores carros do país em suas respectivas categorias.

 

Diretivas:

Este ranking diferencia-se de qualquer outro já visto porque ele é baseado primordialmente na segurança veicular, ou seja, neste ranking os melhores carros do país são veículos minimamente seguros e foram aprovados no Latin NCap o instituto que verifica a segurança dos veículos vendidos no Brasil. Sim, porque antes de mais nada um automóvel no qual você vai confiar o seu transporte ou da sua família precisa ser no mínimo um veículo seguro. Mas não é apenas isso, nosso ranking prioriza outros itens, confira:

 

1 – Categoria: O veículo é classificado dentro de sua categoria. Você verá a seguir que um dos critérios de desempate é a potência do veículo, logo, comparar veículos de outras categorias não permite uma comparação justa. Neste primeiro ranking estamos avaliando apenas os veículos com motor 1.0 já testados pelo Latin NCap.

 

2 – Segurança veicular: O ranking super TRIO considera o desempenho do veículo no Crash Test do Latin NCap. Em primeiro lugar é considerado a quantidade de estrelas obtidas pelo veículo e na sequência, como critério de desempate, a nota conquistada.

 

3 – Relação Peso x Potência: O critério de desempate seguinte é a relação peso x potência do veículo. Sim, porque não basta um veículo ser potente se ele pesa demais, no final das contas será uma “lesma” sobre rodas assim como se for um veículo leve mas com motor de máquina de moer cana-de-açúcar dá no mesmo. Mas atenção, essa relação não pode ser simplesmente a massa do carro dividida pela potência líquida do motor abastecido com etanol, a maior potência, pois esta conta não condiz com a realidade. Afinal salvo quando tivermos carros autônomos dirigindo sem motorista jamais essa relação é real. Para ser mais realista o correto seria a relação peso x potência considerar no mínimo o peso do motorista que está conduzindo o veículo, ainda mais em um país com recorde de obesidade e com vários motoristas acima do peso o que afeta a relação peso x potência consideravelmente. O correto é considerar o PBT Peso Bruto Total do veículo que consiste na soma da massa do carro vazio com a capacidade máxima de carga do mesmo e ainda considerar a pior situação de potência, ou seja, quando o carro está abastecido com gasolina. Logo, a nossa relação peso x potência “efetiva” é o PBT dividido pela potência líquida quando abastecido com gasolina.

 

4 – Torque: O último critério de desempate é o torque máximo na menor rotação do motor o que se traduz em economia de combustível, afinal quanto mais força o motor tiver em uma menor faixa de rotação isso se traduz em menor consumo de combustível.

 

Para finalizar, o ranking super TRIO não leva em consideração itens polêmicos, tais como:

 

1 – Consumo: O consumo de um carro é muito relativo, depende de uma série de fatores: tempo, temperatura, vento, vidros abertos ou fechados, pneus calibrados ou não, tipo de pneu, tipo de piso, inclinação da pista, manutenção correta do veículo, qualidade do combustível, tipo de combustível, ar condicionado ligado ou não e sobretudo jeito de conduzir o veículo. Tem motorista que não alcança a marca de consumo oficial do Inmetro e também tem motorista que se gaba por conseguir médias melhores que a do Inmetro e jura que consegue essa proeza sem atrapalhar o tráfego. Por tudo isso o consumo é descartado neste ranking.

 

2 – Velocidade máxima: Assim como o consumo, o item velocidade máxima depende daqueles mesmos fatores relatados acima, sem contar a imprecisão dos velocímetros nem sempre aferidos e que possuem alguma margem de erro na marcação. Dessa forma o item velocidade máxima é descartado também.

 

3 – Preço: Outro item bem polêmico, tem gente que acha caro pagar R$ 26 mil em um Chery QQ como eu, assim como tem gente que acha barato pagar R$ 70 mil em um Ford Fiesta 1.0 turbo, sem contar que os preços sobem e descem conforme o mercado, existem descontos e existe sobrepreço também, por essa instabilidade o item preço é desconsiderado.

 

4 – Desvalorização: Da mesma forma que desconsideramos o preço, também desconsideramos a desvalorização. Se não conseguimos preços minimamente fixados que dirá calcular a desvalorização do bem sobre esses valores.

 

5 – Gosto pessoal: É até óbvio mas é bom mencionar. Não consideramos gosto pessoal. Se o carro é bonito ou feio, grande ou apertado, legal ou esquisito, de marca x ou y pouco importa.

 

É isso ai pessoal, aguardem a revelação do SUPER TRIO os 3 melhores carros do Brasil com motor 1.0, até a próxima!

 

Ricardo Rico
Membro da equipe Avalia Carros, Ricardo Rico é Instrutor de Trânsito formado pelo CEVAT credenciado pelo DETRAN/SP e também é DOV – Despachante Operacional de Voo.

 

Você viu quais são os piores carros do Brasil?
Confira:

SUPER TRINCA | Os piores carros do Brasil

 

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